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ITI participa de vídeo conferência com a Venezuela

02-Jun-2006: Brasília

O diretor de infra-estrutura e chaves públicas, Maurício Coelho, participou hoje pela manhã por meio de vídeo conferência do "Seminário de Infra-estrutura de chaves públicas e assinatura eletrônica baseada em software livre", realizado na Venezuela.

Coelho fez um balanço dos cinco anos de existência da Infra-estrutura de Chaves Publicas, ICP-Brasil. Ao longo desses anos foram autorizado o funcionamento de 20 autoridades certificadoras (ACs) de primeiro e segundo nível, de 400 autoridades de registro (ARs), sendo que essa infra-estrutura foi responsável pela emissão global de quase 500 mil certificados. A projeção é que até o final do ano estejam credenciadas 1.200 AR, essa malha de postos de atendimento permitirão que a certificação digital chegue a todo o território nacional.

Para Coelho, a proliferação no número de aplicações que usam essa ferramenta, também, é significativa. Ele lembrou que, em 2001 o única aplicação existente era a do Sistema de Pagamento Brasileiro, que apesar de ser responsável pela tramitação de alguns milhares de reais pelo inter-bancário (transação entre bancos), só demandava algumas dezenas de certificados. Atualmente, o próprio sistema bancário, já usa em várias outras aplicações, somado-se aos esforços da área tributária, da gestão governamental, dos tribunais, entre outras tantas iniciativas.

Sobre a oficina

Com o objetivo de formular políticas públicas sobre segurança e contingência nas redes de informação e de telecomunicações a serem aplicadas na administração pública, o Ministério de Ciência e Tecnologia da Venezuela (MCT), em conjunto com a Superintendência de Serviços de Certificação Eletrônica (SUSCERTE) e a Universidade Nacional Experimental Politécnica das Forças Armadas (UNEFA), realizou o seminário “Segurança da Informação, Elaboração de Políticas para a Administração Pública Nacional”.

Durante o encontro foram apresentadas problemáticas relacionadas à segurança da informação que existem na Venezuela e no mundo e que afetam instituições públicas e privadas.

Arturo Gallegos, diretor do departamento de tecnologias da informação do MCT venezuelano, expressou que a idéia principal é formular políticas sobre segurança e contingência nas redes de informação e de telecomunicações para serem aplicadas nos diferentes organismos públicos do governo, “necessitamos ser proativos o suficiente para detectar situações de debilidade nos nossos sistemas de informação e, conseqüentemente, atuar resguardando a informação dos sistemas e redes de ataques internos e externos, já que consideramos que a segurança da informação é vital e sinônimo de segurança de nossas instituições.

Fonte: com informações do Ministério de Ciência e Tecnologia da Venezuela