Seguradoras entram na era da certificação digital
12-Abr-2005:
Brasília-DF -
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Da esquerda para direita:
Robson Machado, responsável pelo e-PING-seg no Sincor
Mario Sergio, diretor de infra-estrutura tecnológica do Sincor
Mauricio Augusto Coelho, Coordenador-Geral de Normalização e Pesquisa
Enylson Camolesi, secretário-executivo CG ICP Brasil
Marcelo Thompson, Procurador Chefe do ITI
Sergio Amadeu, diretor-presidente do ITI
Leoncio Arruda, diretor-presidente do Sincor
Renato Martini, diretor de infra-estrutura de chaves públicas do ITI |
Mais um passo foi dado para a consolidação da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira, ICP-Brasil, como referência nacional para a certificação digital. Em reunião realizada ontem (11/04), no Palácio do Planalto, em Brasília, o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo – Sincor/SP assinou com o ITI um protocolo de intenções que visa estruturar o Sindicato para trabalhar com certificados digitais.
Segundo o diretor presidente do Sincor, Leôncio Arruda, a certificação digital garantirá a validade jurídica e a total segurança nas transações eletrônicas entre os corretores em rede, e entre os corretores e os clientes.
Depois de citar exemplos de outras parcerias da ICP-Brasil como a Receita Federal, o Conselho de Justiça Federal e os bancos, tais como o Banco do Brasil e o Bradesco, o secretário executivo da ICP-Brasil, Enylson Camolesi, afirmou que uma das principais funções da ICP-Brasil é dar condições das empresas usarem a certificação.
Muito mais que transações
Com o uso da certificação digital será criada a “Rede de Bem Estar Social”, que une os aproximadamente 27 mil corretores de seguros do Estado de São Paulo. A informação é do coordenador do comitê setorial de seguros da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Manuel Matos.
Essa rede será constituída de três vertentes: o corretor de seguros, as ferramentas de comércio eletrônico e a certificação digital. O corretor atuará como um agente de bem estar social, ou seja, estará habilitado para o atendimento do cidadão, por meio da oferta de produtos e serviços diversos. “A interação entre os corretores proporciona atendimento mais qualificado para a sociedade”, afirma Matos.
As ferramentas de comércio eletrônico seguem os
padrões de interoperabilidade do governo eletrônico, medida que proporciona uma redução de custos com tecnologia e desburocratização dos serviços. Matos afirmou que já existe um projeto de capacitação dos profissionais do Sincor em Software Livre, visando atender melhor às especificações dos padrões.